Valorização dos investimentos imobiliários

Valorização dos investimentos imobiliários

Já se vão quase meio ano de pandemia no Brasil e as projeções se mantêm positivas para o setor de imóveis. Após um período de paralisação devido às medidas sanitárias de prevenção ao coronavírus, a crise acabou se mostrando menor do que se previa. O aquecimento dos investimentos imobiliários são o melhor termômetro do bom ritmo da retomada dos negócios.

Veja como está o mercado e conheça as expectativas para os próximos meses.

Investimentos imobiliários aumentam durante a pandemia

A pandemia ainda não acabou, mas no que diz respeito aos investimentos imobiliários ela não está sendo o problema esperado. Bem pelo contrário, alguns setores pareceram até mesmo beneficiados pela crise da Covid.

No entanto, após um período em que a negociação de locação tomou grande parte das atenções, o mercado imobiliário ganhou novo fôlego com o plano de mitigação da Caixa e dos demais bancos.

A Selic em seu menor patamar histórico (2%) e as facilidades dos serviços online de cartório, como o registro de imóveis, também estão servindo de incentivo aos financiamentos imobiliários.

Assim, se por um lado a compra e venda de imóveis voltaram a ganhar força, por outro os fundos imobiliários são os novos queridinhos do mercado financeiro.

Valorização dos investimentos imobiliários

Número de cotistas volta a subir após queda drástica em maio

De acordo com o boletim mensal da B3, o número de investidores nos FII atingiu a marca de 950 no final de julho, 42% a mais de cotistas do que no final de 2019.

Apenas nesses sete meses de 2020, aliás, o volume negociado já superou o total do ano passado. Apesar de a média diária de FIIs negociadas em julho, 210, ainda estar longe do melhor mês deste ano (janeiro, 332), também já está distante do de agosto de 2019: 135.

Portanto, tudo indica que, entre uma crise e outra – a da recessão e a da pandemia – a recuperação contra o coronavírus está sendo bem mais rápida e lucrativa.

É a resiliência no setor dos investimentos imobiliários se mostrando a melhor saída em tempos de Selic a 2%. Na busca pela melhor rentabilidade, os fundos imobiliários, por exemplo, se mostram com a menor volatilidade na migração para a renda variável.

Hoje a expectativa dos especialistas é que a quantidade de investidores chegue a mais de 1 milhão até 2021.

Esse crescimento, por sua vez, é incentivado pela própria crise, já que é em momentos assim que se busquem ativos reais.

Estes, por sua vez, são apenas três: o ouro, cuja indústria é muito pequena e se manteve estagnada por muito tempo no Brasil; o câmbio, que por aqui é extremamente volátil e incontrolável; e o mercado imobiliário, que se tornou a alternativa natural do brasileiro.

Valorização dos investimentos imobiliários

Mercado vive sua terceira fase durante a pandemia

A alta procura pelos investimentos imobiliários na verdade é um reflexo das três fases pelas quais o mercado já passou durante a pandemia.

A paralisação gerada pela pandemia totalmente inesperada e a necessidade de traçar planos de ação fio a primeira fase. A segunda, já havendo uma maior compreensão dos mecanismos da própria pandemia, foi a colocação desses planos em prática, adaptados à nova realidade.

Nessa terceira fase está havendo a resposta a estes planos, com o reaquecimento do mercado e a retomada dos investimentos.

Dessa forma, muitos investidores estão saindo dos mercados menos atrativos e menos sólidos, como a renda fixa.

Entretanto, é preciso atenção para fazer os investimentos imobiliários mais assertivos. Afinal, que o mercado mudou não há dúvida.

Por isso tanto o investidor quanto o corretor deve ficar atento às oportunidades que estão se formando com os novos hábitos de consumo.

Entre os fundos imobiliários, os condomínios logísticos têm se mostrado a cereja do bolo. Fortemente valorizado pelo crescimento do e-commerce durante a pandemia, os galpões de armazenamento devem manter-se como uma ótima oportunidade no novo normal.

No entanto, mesmo os investimentos imobiliários físicos merecem atenção às novas relações de consumo. Hoje o foco da busca tem se voltado para imóveis mais amplos, apartamentos com sacadas ou casas com espaços para home office e área externa privativa.

Portanto, é preciso atenção do corretor para melhor orientar seus clientes. Ao que tudo indica, as mudanças ocorridas agora deverão se manter, de forma bastante positiva, puxando o crescimento do mercado mesmo no mundo pós-Covid.

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